Porquê às Veigas?
Porque vamos tão longe, às vezes, e não conhecemos as Veigas!
Porque nas Veigas existe ainda um Pombal integralmente em pedra, uma forja, uma igreja/museu, que no seu interior estão pintados "frescos" e antiquíssimos santos disformes que, felizmente, nenhuma mão hábil teve ainda coragem de vender. Tal como um velho confessionário, que por lá está meio abandonado.
Pois, vamos às Veigas. Dia 7 de Dezembro.
Inscrição prévia até ao dia 5 de Dezembro.
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A Reportagem: Jornal Nordeste, 9-12-2008
http://www.jornalnordeste.com/index.asp?idEdicao=246&id=10780&idSeccao=2268&Action=noticia
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SECÇÃO: Nordeste Rural |
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Cerca de 20 pessoas foram conhecer os encantos da anexa da freguesia de Quintanilha A chuva que caiu na manhã de anteontem não demoveu um grupo de cerca de 20 pessoas, que saíram de Paçó de Rio Frio e de Paradinha, e partiram em direcção à aldeia de Veigas, uma anexa da freguesia de Quintanilha. Esta iniciativa, organizada pela Associação Promotora da Qualidade de Vida (APQV) de Paçó de Rio Frio, em conjunto com a Associação Cultural Recreativa, Ambiental e Desportiva de Paradinha de Outeiro, visa fazer face à desertificação humana que assola as aldeias do Nordeste Transmontano. “É uma realidade com a qual já convivemos e que exige outro tipo de iniciativas, também dentro do movimento associativo. Tal só é possível se houver uma aproximação entre as gentes”, defende o presidente da APQV, Amílcar António. As caminhadas tiveram início no mês passado, com um Passeio Pedestre Internacional. O entusiasmo dos participantes motivou a associação a dar continuidade a estes convívios saudáveis, que contribuem para dar vida a aldeias, muitas vezes esquecidas, na fronteira entre Portugal e Espanha. Anteontem, os participantes encontraram-se entre as localidades de Paçó e Paradinha, de onde desceram pelo caminho dos Formigueiros até à EN 218-1 e subiram em direcção às Veigas, com a ribeira de Caravela como cenário de fundo. A chuva começou a cair com intensidade e, na chegada, os caminheiros abrigaram-se no cabanal da forja. O moinho, a forja, a igreja e um pombal foram os locais visitados pelos caminheiros na chegada às Veigas Entre os 20 participantes, que percorreram cerca de 12 quilómetros, encontrava-se um caminheiro de 72 anos, que é um dos maiores entusiastas destas iniciativas. Com uma energia vigorosa, este participante não se deixou vencer pelo cansaço ou pelas condições atmosféricas adversas. Nas Veigas, os caminheiros visitaram o moinho e a forja, ainda em funcionamento, o interior da Igreja, que guarda frescos pintados nas paredes, e um pombal antigo erguido em pedra. O passeio terminou com um almoço- convívio no salão da APQV, ao qual se associou um maior número de pessoas. Por: Teresa Batista |
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